Casa Nova (BA): Vereador João Honorato teme que Wilker seja a continuidade de Cota

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O vereador João Honorato (PSL), em entrevista ao jornalista Ramos Filho, no Programa Sem Fronteiras – Rádio Juazeiro, na sexta-feira (07/10), se declarou preocupado com a situação política e administrativa de Casa Nova (BA), após o resultado das eleições de 02 de outubro.

João Honorato que era um dos 10 pré-candidatos a prefeito pela oposição, abriu mão do seu sonho para apoia a candidatura a prefeita de Dagmar Nogueira (DEM), sendo vice na chapa que terminou sendo impugnada pela Justiça Eleitoral, devido ao fato da ex-gestora ter contas rejeitadas pelo TCM-BA e Câmara de Vereadores. Joaõ ainda tentou ser o cabeça da chapa, mas segundo ele, numa articulação da própria Dagmar, de Solon Xavier (PR) e do deputado federal Elmar Nascimento, ficou impedido de disputar a eleição majoritária e buscou a reeleição na Câmara Municipal, não sendo bem sucedido.

Dagmar alegou que não apoiaria João Honorato por ele não ter recursos para bancar a campanha. Ela e seu grupo acabaram no palanque do prefeito eleito, Wilker Torres (PSB), que derrotou nas urnas o atual prefeito Wilson Cota (PMDB), que tentava a reeleição.

Segundo João Honorato, a oposição não teve a capacidade de lançar uma candidatura e a disputa ficou entre três candidatos oriundos da gestão municipal, o próprio prefeito Cota;o Wilker com fortes ligações com a gestão e Anisio Viana, cuja família rompeu com o prefeito durante a Festa do Interior, no mês de julho e que ficou como terceiro colocado no pleito.

Para João Honorato, o temor é que Wilker Torres, o Wilker do Posto faça uma gestão que seja apenas a continuidade da atual, que é um desmando total. “O atual prefeito está deixando o governo com as crianças sem transporte escolar, sem merenda, demitiu o pessoal da saúde, não está assumindo a função de gerir o município até o final do governo e o próximo prefeito vai encontrar uma prefeitura falida”, alertou João Honorato.

Sobre o futuro, João Honorato que é ligado politicamente ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Marcelo Nilo (PSL), disse que será um parlamentar sem mandado, que vai fiscalizar a gestão de Wilker e fazer uma oposição responsável e poderá ser candidato em 2018.

 

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