
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Mário Alberto Simões Hirs, recebeu na quinta-feira (27/10), juízes eleitorais, chefes de cartório, prefeitos e representantes das prefeituras do interior do estado em um encontro promovido em alinhamento com a União dos Municípios da Bahia (UPB).
A reunião teve o objetivo de apresentar o projeto de recadastramento biométrico no estado e, a partir disso, fechar parcerias por meio de um termo de cooperação técnica. Para o magistrado, “é impossível realizar o procedimento sem a participação efetiva das prefeituras”, explicou. Isso, porque de acordo com o diretor-geral do TRE-BA, Raimundo Vieira, a biometrização obrigatória acontecerá em Salvador e em todas as cidades que possuem fóruns próprios, em um ano. Nesse bojo, estão um total de 3.785.147 eleitores, distribuídos em 49 municípios. Entre eles, estão: Ilhéus, Valença, Jequié, Vitória da Conquista, Feira de Santana e Camaçari.
Recadastramento nacional
Essa é a segunda vez que a Justiça Eleitoral faz um recadastramento nacional de eleitores. O primeiro ocorreu em 1986. Para biometrizar todos os 9.106.411 eleitores baianos, a medida deve durar até 2021 e a expectativa do TRE-BA é atender 121.839 eleitores ainda este ano, quando o cadastro for reaberto em novembro.
Depois disso, a estratégia definida pela Coordenação de Eleições (COELE) é realizar o processo em 3 milhões de cidadãos em 2017, 1.100.000, em 2018, e o mesmo quantitativo em 2020, visto que ambos são anos eleitorais. Em 2019, a meta é biometrizar 2.878.161 eleitores. Já em 2021, serão 906.411 cidadãos baianos.
Ascom TRE-BA
