
A nota da Secretaria Municipal de Saúde de Petrolina a respeito da matéria “Péssimo atendimento na AME Ouro Preto”, tem o seguinte conteúdo:
“Sobre a denúncia publicada no Facebook do radialista Ramos Filho, em relação a unidade de Atendimento Multiprofissional Especializado (AME), do bairro Ouro Preto, a Secretaria de Saúde de Petrolina informa que no momento em que os pais chegaram a unidade, às 10h30, com a criança, a profissional responsável estava com outro paciente. Eles foram encaminhados para a sala de acolhimento para aguardar o atendimento, logo após foram embora sem comunicar a equipe.
A Secretaria informa que já orientou os funcionários da unidade sobre a prioridade de urgência e emergência e reforça o compromisso de promover uma saúde pública de qualidade para a população petrolinense.”
Comentário meu:
“Respeito a posição da Secretaria de Saúde de Petrolina em resguardar o seu direito de resposta, contudo, também exerço o meu direito de continuar a discordar da forma de atendimento na AME Ouro Preto, bastante burocrática e demorada, de maneira que uma pessoa, especialmente criança ou idoso, como no caso da minha filha, uma bebê de 6 meses, numa situação mais complexa, 39 graus de febre, não pode aguardar por mais de uma hora por um procedimento médico, haja vista, que isso pode levar a convulsões e sequelas mais graves.
O que observei no atendimento dos médicos e enfermeiros da AME Ouro Preto, foi uma total indiferença no tratamento e atendimento à população. Outras pessoas estavam na mesma situação, esperando a várias horas por atendimento, num total descaso.
Chegaram até a mim inúmeras mensagens de solidariedade, inclusive, relatando problemas semelhantes em outras unidades. Contudo, relatei apenas a experiência que tive, quando necessitei do atendimento.
Espero que minha denuncia sirva para melhorar o serviço no local. Aqui reitero minha sugestão à coordenação da referida AME; à senhora secretária de Saúde, Magnildes e ao prefeito Miguel Coelho, no sentido de orientar aos profissionais, maior atenção e humanismo no atendimento aos pacientes.”
Ramos Filho – Jornalista